Obras no Porto de Suape são alvo de operação fiscal

A Auditoria Fiscal do Trabalho em Pernambuco intensificou, durante as duas primeiras semanas de março, as ações de fiscalização no Complexo Industrial Portuário de Suape (PE), cujas obras caminham em ritmo acelerado e envolvem um grande número de trabalhadores. O Complexo Portuário está sendo alvo de monitoramento por parte da Auditoria Fiscal do Trabalho em razão de já terem sido registrados acidentes graves e fatais e onde foram constatadas terceirização e até quarteirização das atividades. 
A ação contou com a participação de cinco equipes, num total de quinze AFTs especializados em segurança e legislação, que fiscalizaram 18 consórcios na obra da Refinaria Abreu e Lima e suas terceirizadas. Batizada de Semana Suape, a operação inspecionou o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) e os canteiros da Petroquímica Suape e da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), que possuem cerca de 15 mil trabalhadores. Essa foi a primeira de uma série de ações que serão promovidas para acompanhar as condições de segurança e saúde nas obras.

Nas duas semanas de fiscalização, os Auditores embargaram as obras onde foram verificadas situações de risco grave e iminente. Foram registrados, ainda, casos de excesso de jornada, ocorrências de acidentes, falta de registro em carteira de trabalho, atrasos nos pagamentos e superlotação de alojamentos. Na segunda semana, a ação foi acompanhada por procuradores do Ministério Público do Trabalho - MPT.
 
Durante o mês de março ocorreram vários conflitos entre os trabalhadores e as empresas, cerca de 34 mil trabalhadores paralisaram suas atividades e durante as manifestações alguns alojamentos foram destruídos, resultando na demissão de trabalhadores.
 
Segundo  a chefe do setor de Segurança da SRTE/PE, AFT Simone Holmes, as ações de fiscalização irão continuar e as obras embargadas serão liberadas somente após ser corrigida a falta de segurança.
Continue lendo ►

Consórcio Suape Rodovias vence licitação de rodovia do porto de Suape

O Globo e o Brasil Econômico informam que o Consórcio Suape Rodovias, formado pela Invepar e pela Odebrecht, venceu a licitação do governo de Pernambuco para explorar a concessão o Complexo Viário e Logístico de Suape. O contrato prevê a construção e ampliação de vias de acesso ao Porto de Suape. O consórcio apresentou a menor proposta de pedágio para o complexo, de R$ 4,358 na tarifa básica. A concessão terá duração de 35 anos, prorrogável por igual período. 
Fonte: Assessoria de Comunicação da ABCR

Fonte: ABCR
Continue lendo ►

Locar acelera plano para crescer no setor marítimo

Depois de consolidar uma empresa que nasceu do zero como uma das maiores da América Latina no segmento de locação de máquinas e movimentação de carga pesada, o empresário Julio Eduardo Simões, dono da Locar, começa a acelerar o plano de se tornar também um grande operador no setor de navegação. Ele já opera balsas e barcos, tem uma base de apoio na Ilha do Governador (RJ) e até 2015, dos R$ 750 milhões que planeja investir, vai destinar R$ 250 milhões para ampliação do número de embarcações e na montagem de novas bases. O objetivo é oferecer desde o transporte de carga pesada até serviços de apoio aos setores de petróleo, petroquímica, mineração e siderurgia, entre outros.

A área de navegação é fundamental para a empresa atingir o faturamento de R$ 1 bilhão projetado para 2015. Este ano a Locar deve chegar aos R$ 550 milhões, alta de 58% sobre os R$ 348 milhões de 2010. Os guindastes ainda representam a maior parte da receita, perto de 60%. Enquanto a área marítima fica com apenas 7%. Transportes especiais (15%) e gruas, plataformas e manipuladores (5%) completam o faturamento. A previsão para 2015 é que o marítimo responda por 15%, contra 55% dos guindastes.

A empresa já tem 14 embarcações que fazem movimentação de carga e atuam em trabalhos especiais, como a salvatagem em Vitória (ES) para a Vale - dois descarregadores da mineradora sofreram um acidente no porto capixaba e naufragaram no fim do ano. O plano é chegar a 21 unidades até o fim de 2012 e atingir 35 em 2015. Do total, R$ 60 milhões serão gastos na compra de seis embarcações do tipo Line Handlers, em construção no estaleiro SRD, em Angra dos Reis (RJ), exclusivamente para a Petrobras. A Locar já atende a estatal, mas fechou outro contrato de oito anos para as novas embarcações, prorrogável por mais oito. Os barcos servirão de apoio às plataformas que a estatal tem no alto mar.

Mas o grande xodó de Simões no momento é um barco lançador de tubos, chamado de Locar Pipe, que está sendo construído no estaleiro Rio Maguari e entra em operação no fim de 2012. Ao custo de R$ 55 milhões e participação do BNDES, o barco será usado para lançar dutos em águas rasas até 100 metros, mas também pode servir como um hotel flutuante. A embarcação terá capacidade para acomodar até 150 pessoas e contará com heliporto, refeitório, ambulatório e até sala de ginástica.

Seis novas embarcações serão entregues até o fim de 2012 para atender contrato de oito anos com a Petrobras 

Quanto as novas bases de apoio, não existe definição sobre os possíveis locais. A base da Ilha do Governador já recebeu R$ 25 milhões, de um total de investimento de R$ 50 milhões. Por enquanto é usada apenas para os navios da própria Locar, mas a intenção é abrir para embarcações de terceiros.

Simões conta que o modal marítimo complementa o serviço que já oferecia no transporte de cargas pesadas por rodovias. "Agora temos condições de pegar um peça para a refinaria de Suape em Pindamonhangaba (SP), descer de caminhão até o litoral, colocar em um dos nosso barcos e levar até o canteiro da obra. E se o cliente precisar, ainda podemos oferecer serviços de engenharia e entregar a peça montada."

A Locar nasceu em 1988, depois que Simões deixou os negócios da família com planos de trabalhar com grãos em Mato Grosso. Enquanto planejava seus novos negócios, foi convidado por um amigo para "administrar" alguns equipamentos em uma obra e não conseguiu mais sair do setor. Logo foi sondado para assumir outros trabalhos, desistiu de ir para Mato Grosso e começou a comprar suas primeiras máquinas, todas usadas.

"Não havia financiamento fácil naquela época, mas tinha a vantagem de conhecer as pessoas. Comprei equipamento de empresas que queriam deixar o setor. Muitos herdeiros não queriam seguir o negócio do pai e vendiam as máquinas", conta Simões. Nos anos 90 comprou as primeiras máquinas novas e experimentou as importações. Na década seguinte o financiamento ficou bem mais acessível e a dificuldade, admite o empresário, foi acompanhar o crescimento da economia e da própria empresa, hoje com 1,6 mil empregados, 1,3 mil equipamentos e filiais na Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Pernambuco.

"Quando me dei conta, tinha 12 diretores respondendo diretamente para mim. Precisava fazer alguma coisa." Simões então criou uma superintendência, montou um conselho de administração (com participação de conselheiros externos), passou a ter os balanços auditados e começou a se afastar do dia a dia da companhia. Mas nem por isso admite vender a empresa. Abrir o capital? Isso é algo para o futuro. "Nosso setor é de capital intensivo e não podemos descartar qualquer tipo de financiamento", afirma, deixando um porta aberta aos interessados.
Fonte: Valor Econômico/Carlos Prieto | De São Paulo
Continue lendo ►

Petrobras pode comprar usina

Com o objetivo de sanar os problemas enfrentados pela Usina Catende, o governador Eduardo Campos sugeriu ao ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, a compra da unidade agroindustrial pela Petrobras Biocombustível. A iniciativa foi tomada, ontem, depois da reunião entre representantes dos trabalhadores da massa falida e dos governos Estadual e Federal.

De acordo com o governador, “a Petrobras está fazendo em Pernambuco um investimento de R$ 20 bilhões numa refinaria de diesel e o diesel só pode ir para o tanque do automóvel com 5% de álcool. Por que não utilizar a unidade de Catende para manter economicamente mais de oito municípios na Mata Sul? Seria uma bela ação estruturante”, explicou o governador, citando a Refinaria Abreu e Lima, em Suape.

A proposta será apresentada à estatal e à presidente Dilma Rousseff ainda esta semana. “Na próxima quarta-feira (4), teremos uma reunião em Brasília e esperamos que, neste dia, já tenhamos o anúncio dos encaminhamentos formalizados. É importante, agora, a parte humana e, com isso, garantir que as pessoas que trabalham na Catende mantenham seus empregos e que as famílias não percam suas rendas”, enfatizou Carvalho.

No dia 4, o governador vai à Brasília participar de uma nova reunião com Gilberto Carvalho. De acordo com a assessoria de Imprensa do Governo do Estado, a Catende - avaliada em até R$ 80 milhões - acumulou dívidas desde a sua falência, em 1995, que hoje superam a casa do R$ 1,5 bilhão. Caso a venda seja concretizada, os recursos arrecadados serão destinados, prioritariamente, ao pagamento das dívidas junto aos cerca de cinco mil trabalhadores-credores. A gestão da nova empresa deverá ser compartilhada entre a estatal federal e a Cooperativa Harmonia, representante dos trabalhadores.

“A iniciativa é de extrema importância para manter os empregos naquela região, tornando a empresa cada vez mais eficiente e competitiva com uma gestão integrada entre o campo e a indústria, que atuam buscando resultados operacionais positivos”, declarou o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), Renato Cunha.

De acordo com o presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre Andrade, cerca de 1,5 mil trabalhadores serão beneficiados diretamente com a medida governamental. “De imediato, todos os funcionários da usina receberão uma cesta básica e serão cadastrados no Programa Chapéu de Palha”, contou.

Fonte: Folha de Pernambuco(PE)/Jamille Coelho*/Com informações da assessoria de Imprensa do Governo do Estado
Continue lendo ►

Impsa abre 140 vagas em Suape

Em 2012, a argentina Impsa Wind, fabricantes de equipamentos para geração de energia eólica, estende os negócios no Complexo Industrial Portuário de Suape e passa a fabricar turbinas hidráulicas e geradores elétricos, que serão utilizados nas operações da hidrelétrica de Belo Monte (PA). A nova fábrica já está em estágio de terraplanagem e a empresa começou seleção de profissionais, com 140 vagas na primeira etapa, que chegarão a 460 nos dois anos seguintes.

De acordo com o gerente de Recursos Humanos da Impsa, Clóvis Gomes, serão contratados engenheiros civis, elétricos, mecânicos e de produção, eletrotécnicos e químicos, além de soldadores, operadores de tornos verticais, de fresa convencionais e ferramenteiros. Os salários não foram divulgados, mas os benefícios incluem plano de saúde e odontológico, previdência privada, alimentação, transporte, seguro de vida e ainda tem política de incentivo para cursos de idioma, pós-graduação e qualificação profissional. A empresa já recebe currículos para cargos de gestão e engenharia pelo recrutamento@impsa.com.br. Em junho, profissionais dos demais níveis podem se candidatar. A seleção passa por triagem curricular, bateria de testes, entrevistas presenciais e, por fim, testes específicos.

Segundo Clóvis Gomes, tem sido difícil atender à demanda da empresa, que hoje tem cerca de 490 funcionários. Desses, 83% são pernambucanos, mas a maioria ocupa vagas administrativas, técnicas ou operacionais; os 27% restantes são profissionais de outros estados e, estes sim, estão em grande parte dos cargos de gestão ou de engenharias mais especializadas. “Engenheiros de ventos e aeronáuticos estão entre as lacunas”, comentou o gerente.

Fonte: Folha de Pernambuco (PE)/Tatiana Notaro
Continue lendo ►

De olho no aumento do fluxo de profissionais em Suape, TAM aposta em novas franquias

Apostando no crescimento do mercado turístico em Pernambuco, a TAM Viagens abrirá novas franquias na Região Metropolitana do Recife ainda no segundo semestre. A decisão tem foco no crescimento da nova classe média e no maior fluxo de pessoas trabalhando no Complexo Portuário Industrial de Suape.

As apostas da marca são a Zona Norte do Recife - com uma unidade da operadora de viagens entre os bairros da Jaqueira e de Casa Forte - e Jaboatão dos Guararapes, em Piedade. A segunda loja deverá atender também a grande demanda do Cabo de Santo Agostinho e de Suape.

“O fluxo de viagens dos funcionários de fora do estado que trabalham em empresas em Suape tem crescido muito. Estimamos entre 15 mil e 20 mil pessoas que viajam a cada 15 ou 30 dias para seus estados de origem. É um público corporativo grande”, acrescenta o diretor da TAM Viagens Recife e Rio de Janeiro, Roberto Rattacaso.

Ele detalha que, além do Rio de Janeiro e de São Paulo, o fluxo de viagens para Minas Gerais tem se destacado. “Com a instalação de indústrias automotivas no complexo, a tendência é crescer ainda mais”, aposta. O investimento em cada franquia da TAM Viagens gira na casa dos R$ 400 mil, com retorno esperado em 24 meses.

Crescimento

As lojas da RMR são operadas pelo Grupo Conexão – formado pela sociedade das franquias de Pernambuco e do Espírito Santo, onde os empresários controlam mais duas lojas. Juntos, eles investiram também no mercado do Rio de Janeiro, com três lojas e planejamento de abrir a quarta unidade até o fim deste ano.

Roberto Rattacaso faz uma retrospectiva do trabalho junto com a TAM e lembra que, de 1995 até 2007, período em que representou a companhia em Pernambuco, passando pela mudança operacional para se tornar uma franquia da TAM Viagens no estado e pela expansão para os mercados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, o mercado turístico só tem crescido.

“Pernambuco tem muito a crescer neste segmento. Estamos aumentando a nossa presença no estado para atender cada vez mais outras regiões, fazendo uma linha de atendimento no litoral para o interior”, conclui.


Fonte:   http://www.diariodepernambuco.com.br
Continue lendo ►

Deputados debatem problemas de Porto de Galinhas com moradores, empresários e poder público

Falta de saneamento básico, de escolas, de fiscalização ambiental, de habitação, ruas inacessíveis, posto de saúde inativo, desorganização total da orla, drogas, prostituição infantil, insegurança e crescimento desordenado. Foram inúmeros os problemas apontados por moradores, empresários e freqüentadores de Porto de Galinhas, durante audiência pública da Comissão de Meio Ambiente, realizada hoje no local, a pedido do deputado Daniel Coelho.
“Esta audiência dá início a um trabalho de acompanhamento e fiscalização da situação em Porto de Galinhas, que, para ser democrático, precisava começar ouvindo quais as dificuldades e os apelos da população local”, esclarece Daniel. “Agora, vamos buscar, pontualmente, mais detalhes junto aos órgãos competentes e soluções para as questões elencadas”.
Muitos dos que estavam presentes mostraram grande preocupação com a capacidade de carga e o impacto de Suape na região. “A prefeitura nos fala de um aumento de 12 mil para 15 mil leitos. De uma elevação de 1.500 para 50 mil turistas argentinos. Mas há capacidade para isso?”, questionou Marco Aurélio, proprietário de pousada no local. “Os corredores ecológicos estão sendo destruídos, cerca de 50% das pousadas estão arrendadas, estamos trocando turistas por operários, não há planejamento para nada”.
Fabiana Onório, empresária e ambientalista, reforçou a questão: “Desmataram 800 hectares de mangue em Suape só porque algumas empresas não queriam se instalar mais longe pelo custo com transporte. Por essas e outras Suape está se tornando o maior problema ambiental de Porto de Galinhas”.
Coordenador do litoral sul, Othon Araújo informou que 14 pousadas já foram notificadas por conta de arrendamento e podem ser embargadas. O secretário de turismo, Diego Jatobá, afirmou que Porto cresce mais do que a China e que as ações necessárias para esse desenvolvimento estão sendo adotadas.
O secretário de tecnologia e meio ambiente de Ipojuca, Erivelton Lacerda, reconheceu a existência de falhas administrativas, mas destacou os avanços, como a própria criação da secretaria. “Estamos construindo 525 casas em Camela, ordenando as visitas aos arrecifes de corais e ainda este mês lançaremos o programa Blitz Ambiental. Câmeras serão instaladas para ajudar na fiscalização. Os bugueiros agora têm registro e qualificação”, disse.
A audiência foi coordenada pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente, Sebastião Rufino, e contou com a presença do deputado Carlos Santana, delegados de polícia, representantes da área ambiental da CPRH e de entidades civis, jangadeiros e muitos moradores. A sala, no Hotel Armação, ficou lotada.
“Estou encaminhando pedido de informações detalhadas sobre saneamento, policiamento, fiscalização e outras questões apontadas no encontro”, informou Daniel Coelho. “Ipojuca tem 42 quilômetros de orla, não é fácil fazer um trabalho em um litoral deste porte, mas é necessário. A Assembleia vai acompanhar tudo de perto”.
Continue lendo ►

Transnordestina traz boas perspectivas

Há certos dias, em Bom Jesus, que existem por volta de 500 carretas trazendo calcário do Ceará e levando a soja

Eliseu Martins/Bom Jesus (PI) A nova fronteira agrícola brasileira, que vem sendo desbravada no sul do Piauí, terá um forte incentivo para a ampliação de sua produção em um prazo de até dois anos. É que, neste período, será instalada a Ferrovia Nova Transnordestina, que terá um ramal partindo do município piauiense de Eliseu Martins, interligando-o aos portos de Suape, em Pernambuco, e Pecém, no Ceará. Com isso, encurtam-se as distâncias e reduzem-se os gastos com logística, garantindo, assim, maior rentabilidade à atividade agrícola local.

Eliseu Martins também se localiza no sul do Piauí, mas, pouco desenvolvida de forma geral, possui fraca produção agrícola. De acordo com o Censo 2010, o município abriga apenas 4.667 pessoas e, na prática, não será o mais impactado pela chegada da ferrovia. A linha passará distante da área urbana da cidade, e beneficiará, na verdade, muito mais Bom Jesus, a 150 quilômetros de lá, e que vê no empreendimento um forte potencial para dinamizar ainda mais a atividade do agronegócio em suas terras.

O que faltava

"A Transnordestina vai ser corredor de escoamento, o que faltava a Bom Jesus", acredita o prefeito do município, Alcindo Piauilino. Segundo ele, a estrada de ferro vai reduzir o custo da produção, atualmente encarecido por conta da logística, que ainda é complicada por lá. Há certos dias, em Bom Jesus, que há por volta de 500 carretas circulam na cidade, trazendo calcário do Ceará e levando a soja, que é transportada aos mercados consumidores do Nordeste e aos portos maranhenses e cearenses para a exportação.

Na estrada, surgem as dificuldades. "Tem carreta e caminhão que quebra, e o frete encarece. A malha viária melhorou, mas ainda é complicada. O frete representa 20% do custo da produção", informa a secretária de Agricultura de Bom Jesus, Telma Manganeli.

"A expectativa é muito grande com a Transnordestina. Ela não só leva, mas traz a matéria-prima, o que deverá ampliar a produção", completa a secretária do Município.
Continue lendo ►

Porto de Suape (PE) atinge crescimento de 16,3% em 2010

Complexo Industrial Portuário alcançou volume de nove milhões no período

O Porto de Suape, localizado no Estado de Pernambuco, alcançou volume de nove milhões de toneladas em 2010. O número acumulado no período representou em um crescimento de 16,3% em relação a 2009.

O segmento de contêineres cresceu 28,9% em toneladas e 34,4% em TEUS. No período, passaram cerca de quatro milhões de toneladas em mercadorias.

Os números da cabotagem também cresceram. Foram embarcados 5,4 milhões de toneladas, o que resultou em um acréscimo de 20%.
O porto já faz projeções para 2013, quando estima-se uma movimentação de 30 milhões de toneladas com o início de operação de novos empreendimentos. Já para 2016, a projeção é atingir 48 milhões.

Fonte: www.transportabrasil.com.br 
Continue lendo ►

Agreste-Suape

Pelo atual traçado, a Transnordestina em Pernambuco começa desde o Alto Sertão até chegar a Arcoverde, então última cidade sertaneja. Dalí, a nova linha atinge o Agreste, a partir da cidade de Pesqueira. Até aí, o leito é o mesmo da antiga Rede Ferroviária do Nordeste-RFN. Então, em novíssimo trecho, demandará Belém de Maria, na zona da Mata-Sul pernambucana, depois de ter passado por Agrestina, cidade próxima a Caruaru. De Belém, a Transnordestina incorpora-se tanto para atender a ligação ferroviária do Nordeste com o Centro-Sul/Sudeste quanto na ligação com o nosso Complexo Porto-Industrial de SUAPE, no litoral. Tudo isto é formidável. Além de atravessar todo o solo pernambucano, a ligação ferroviária origina-se no Piauí, com bifurcação para o Ceará, até chegar ao nosso eldorado.
Roubo uma idéia que vem sendo defendida por Luiz Otávio Cavalcanti, ex-Secretário Estadual de Planejamento e da Fazenda. Mais uma vez exposta. Em recente artigo publicado na revista Algo Mais. Pode-se divergir das suas propostas, mas não da sua competência. Luiz Otávio concebeu um projeto que ouso endossá-lo. Ligar por rodovia, todo o Agreste Central e Setentrional a Suape. Entende ele que a demanda de cargas desta região deveria passar pela BR-232 e a partir de Gravatá, a região seria ligada ao Porto de Suape, objetivo maior dos nordestinos de cá.
Além de possibilitar a criação de um Eixo de Serviços em Gravatá.
Ora, acrescento eu, por que não seguir o leito do rio Ipojuca?
Por que não seguir a natureza?
De Gravatá, o vale formado pelo curso do rio Ipojuca passa por Chã Grande, que se limita com Pombos, e segue Amaragi, Escada até Ipojuca, local de sua foz. A rodovia obedeceria a um trecho em que o rio seria sempre a referência. Evita-se a Serra das Russas por exigir custos muito mais onerosos, diminuindo a extensão em quilômetros e aproveitando-se a atual rodovia Gravatá-Amaragi que passa por Chã-Grande. Esta precisaria ser requalificada e repaginada em todo o seu trecho.
Aquelas cargas que demandassem Caruaru, incluindo a região de Campina Grande - PB poderiam ser atendidas através da estação ferroviária, em construção, em Agrestina ou optar pela nova rodovia Gravatá-Suape. É bom lembrar que não só a opção ferroviária deverá ser o transporte. Em que pese a sua prioridade, não deve ser única. Devido aos custos dos fretes. Haveria sempre a alternativa pelo transporte rodoviário. Além de incorporar toda a região de Caruaru a Gravatá e dos municípios liderados por Limoeiro e Surubim, uma boa parte do agreste do Estado da Paraíba e até do Rio Grande do Norte. É só verificar o mapa. A questão é geográfica. Incontestável.
Esta tese vem, exatamente, ajudar o meu propósito de transformar Gravatá, em um pólo regional que poderá agregar diversos municípios, com razões fundamentadas a partir da sua localização. Um município encravado em uma zona de transição entre o Agreste e a Zona da Mata. Entre a Mata Branca (Caatinga) e a Mata Verde (Atlântica). Para esta consolidação, no entanto, as estradas vicinais como Gravatá-Barra de Guabiraba e Gravatá-Limoeiro, serão decisivas para alimentar a já existente BR-232, com a sonhada ligação Gravatá até Suape.
Sendo implantada, esta nova malha rodoviária, com a construção de todos os trechos aqui sugeridos, a viabilidade do pólo regional de Gravatá tornar-se-ia irreversível, tamanha a sua dinâmica.
Como, de fato, não haverá mais ligação ferroviária de Gravatá com os municípios vizinhos, caso de Vitória de Santo Antão e Bezerros (não acredito no eventual trem-leve Recife-Caruaru), a cidade ficaria apenas com um trecho para exploração turística, entre o seu distrito Russinha, em pleno planalto da Borborema até o centro. Este percurso é conhecido pelos seus 14 túneis e viadutos onde se pratica o turismo de rapel. As escaladas e aventuras acontecem com frequência. É hora do antigo projeto sair da gaveta, aproveitando a velha ferrovia para atrações turísticas que a Serra Russas oferece.

*Atual Secretário de Turismo de Gravatá. frupel@uol.com.br
Continue lendo ►

Empresa oferece 23 vagas em Suape

A Amcor do Nordeste abre seleção para 23 vagas de emprego para a nova unidade de injeção, que está em estágio de implantação no Complexo Industrial Portuário de Suape, deve começar a operar em agosto, resultado de investimentos de R$ 17 milhões. Profissionais interessados devem enviar o currículo para o e-mail shirlene.me­lo@amcor.com, com título “Amcor”. Após a triagem, será feito o processo seletivo e as contratações estão previstas para o mês de maio.

As vagas disponíveis são para as funções de operador de injetoras (quatro vagas), almoxarife, analista de qualidade, auxiliar de produção, montador de caixa, operador de empilhadeiras e expe­didor (duas vagas cada), além de supervisor de qualidade, líder de produção, analista de planejamento e controle da produção e técnico mecânico, eletrônico e de processos (uma vaga cada).

Há também uma vaga para gerente de planta, com contratação imediata. Nesse caso, o candidato deve ter formação preferencial superior em Engenharia, desejável também ter conhecimento de inglês e possuir experiência em áreas técnicas como produção de peças plásticas injetadas, manutenção de injetoras ou desenvolvimento de processo de injeção. Os salários variam de R$ 765 a R$ 12,3 mil e a empresa oferece plano de saúde, seguro de vida, refeição e previdência privada.

De origem australiana, a Amcor Rigid Plastics Brasil atua no País desde 1998 e tem unidades em Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Amazonas e produz embalagens PET para indústrias alimentícias e produtos de higiene.

Fonte: Folha de Pernambuco
Continue lendo ►

Obras em Suape aquece setor de locação de veículos

Empresas afirmam que a maioria da frota está alugada para fazer o transporte de trabalhadores que atuam em obras na região

O mercado de locação de carros e ônibus está super aquecido na Região Metropolitana do Recife. Com a aproximação da Semana Santa e do São João vai ser difícil encontrar veículos para alugar. As locadoras explicam que a maioria da frota está locada para fazer o transporte de trabalhadores das construtoras que atuam em Suape, na construção da refinaria e das obras de duplicação das estradas.

No pátio de uma locadora já é possível ver poucos carros disponíveis. A explicação: 1,5 mil veículos estão locados. O setor de locação de veículos pegou carona no crescimento econômico vivido pelo Estado.

O desenvolvimento que constrói fábricas e abre estradas também impulsiona as locadoras. As empreiteiras estão entre as que mais fazem contratos de locação de veículos. A expectativa de crescimento do setor para este ano é de 20%. Por isso, quem tem carros para alugar, está otimista.

“Nós temos 3,5 mil veículos espalhados pelo Nordeste. E só aqui em Pernambuco são 1,6 mil veículos alugados no Porto de Suape, Estaleiro, BR-101, Petrobras e para a Copa”, explica Abdoral Gomes Filho, dono de locadora.

E não só as locadoras de carros aproveitam o bom momento econômico do Estado. As empresas de ônibus também entraram para valer nesse segmento. Uma empresa, por exemplo, tem 230 ônibus só em Pernambuco. No pátio, quase nenhum. A maioria da frota está locada para fazer o transporte de trabalhadores das construtoras que atuam em Suape, na construção da refinaria e da petroquímica.

O diretor da empresa, Ricardo Aguiar, lembra que a concorrência é acirrada e tende a ficar ainda mais difícil com a chegada de feriados. “A chegada da Semana Santa e do São João conta muito, principalmente nos finais de semana porque nossa demanda é maior durante a semana e nos finais de semana é de onde vem a liberdade das pessoas de poder fazer passeios para Fazenda Nova, Gravatá, Caruaru. Nós conseguimos otimizar um pouco essa frota para o final de semana da frota que está presa durante a semana”, diz.

Da Redação do pe360graus.com
Continue lendo ►

Promotora ligada ao Banco Gerador compra rede com 85 lojas

Projeto de expansão quer atingir 200 lojas no interior do Nordeste em 12 meses.

O Norte e Nordeste continuam dando sinais de vigor financeiro e de campo fértil para novos negócios. Grandes montadoras migram para a região, que tem o dinamismo de Suape como imã da captação de novos investimentos.

Nos últimos dois anos o setor financeiro regional volta a florescer na esteira desse crescimento. Agora a Rede Matriz, de Pernambuco, especialista em serviços financeiros, como recebimento de contas e encaminhamento de empréstimo, para boa parcela da população de renda emergente foi adquirida pelo Gerador Assessoria Financeira, promotora de vendas do Banco Gerador, também pernambucano, e que, com apenas 02 anos, vem dobrando de tamanho a cada aniversário.

Com o reforço da rede de distribuição o Banco Gerador pretende acelerar ainda mais esse crescimento. O projeto possui um potencial de R$ 1 bilhão de carteira de crédito com foco nos clientes emergentes do interior do Norte e Nordeste. A instituição pretende alcançar essa cifra antes da Copa de 2014.

A Matriz tem 85 lojas na região, o que a faz ser uma das maiores redes de serviços financeiros por lá. Uma característica importante é a presença muito forte nas cidades de pequeno porte. As lojas estão situadas em local afastado dos centros urbanos, ou nas periferias das maiores cidades, complementando o atendimento das agências bancárias. Além disso, a facilidade das operações (pagamento de contas e boletos) cativou desde 1999, ano da fundação, boa parte da população das cidades onde atua. O principal mote naquela época era o de ser uma alternativa as agências, com mais agilidade pela especialização no atendimento a classe C e foco em serviços básicos.

Com as 85 lojas atuais, a Rede Matriz existe desde 1999 e atende um público médio mensal superior 700 mil pessoas movimentam R$ 1,2 bilhão anualmente com o pagamento de contas. Além disso, a rede realiza encaminhamento de operações de empréstimos para bancos credenciados que já ultrapassam os R$ 200 milhões liberados.

Banorte-Matriz - A marca Banorte que foi adquirida pelo Banco Gerador e é uma das marcas de maior recall em serviços especializados no Norte e Nordeste, vai ser licenciada à Matriz que passará a se chamar Rede Banorte-Matriz, ampliando o foco de recebimentos e empréstimos para se tornar uma rede multiserviços. A prioridade será distribuir os produtos do Banco Gerador, mas a nova rede buscará terá identidade própria e buscará parcerias com produtos complementares que ampliem os serviços financeiros, como a instalação de equipamentos de ATMs, cartões de crédito, previdência privada; além de serviços não-financeiros, para oferecer um maior portfólio que agregue conveniência à população atendida, como a venda de seguros, créditos para celulares, empreendimentos imobiliários focado na baixa renda e até passagens aéreas. “Não seremos uma agência bancária, teremos identidade própria e oferecemos um leque de serviços que vai além dos financeiros. Em serviços financeiros observaremos estritamente a regulação dos serviços que podem ser oferecidos, que são básicos, mas atendem ao nosso público”, afirma o Diretor Executivo do Banco Gerador.

Com essa nova formatação a Rede Banorte-Matriz iniciará um agressivo projeto de expansão, sobretudo, para os estados vizinhos a Pernambuco, se aproveitando do conhecimento, expertise e fortes sinergias que os outros negócios dos sócios do Banco Gerador têm pelos estados das duas regiões (norte e nordeste) onde já operam há mais de 25 anos. A meta é chegar rapidamente a 200 lojas nesses Estados.

Novos controladores- Ao adquirir a Rede Matriz, a promotora de vendas do Banco Gerador acredita que o grupo de acionistas está em uma posição privilegiada para conduzir esse processo com a gestão da Rede Banorte-Matriz, uma vez que são especialistas em logística e distribuição na região e possuem grande conhecimento do comportamento do consumidor regional, através da expertise pessoal adquirida em 40 anos de operações do Grupo Nordeste/Transbank, que têm 40 anos de atuação na região com liderança absoluta do setor, com presença em mais de 40 cidades oferecendo transportes de valores, serviços de tesouraria e abastecimento de caixas eletrônico, um serviço de complexidade logística similar ao demando na rede adquirida.

A avaliação dos novos controladores, para a aquisição do negócio da Rede Matriz, levou em conta o bom potencial de capacidade de atendimento aliado a uma estrutura de baixo custo. Além disso, foram direcionados por estudos da região que apontam haver mais de 50% dos municípios no Norte e Nordeste sem acesso a agências bancárias. No Brasil existem 3375 municípios sem nenhuma ou apenas uma agência bancária, o que representa 60% dos municípios do País.

Com os novos controladores aportando expertise e suporte da operação logística local, as metas de crescimento vão se apoiar nesse diferencial para atingir 200 lojas na região até o final de 2011, consolidando a Rede Banorte como a mais relevante rede multiserviços da região. “Com 85 lojas a rede já recebe mais de 700 mil pessoas mês, do típico consumidor emergente do Nordeste que está demandando uma gama bem maior de produtos e serviços, portanto não poderíamos perder a oportunidade de ampliar o leque de serviços oferecidos, sejam financeiros e não-financeiros. Ganhamos acesso à distribuição de serviços de varejo na região mais promissora do Brasil”, diz Paulo Dalla Nora, Diretor-Executivo do Banco Gerador.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/
Continue lendo ►

Operação da Companhia Siderúrgica de Suape (CSS) vai ser antecipada

A Companhia Siderúrgica de Suape (CSS) deverá iniciar suas operações dois anos antes do previsto. A notícia foi dada ontem ao governador Eduardo Campos por executivos do grupo Danieli em Milão, na Itália. Pelo novo cronograma, o empreendimento deverá abrir as portas no último trimestre de 2012, e não mais em 2014, data divulgada quando do anúncio feito em 2010 (Foto). A Danieli é parceira tecnológica da Cone (Construtora Moura Dubeux mais Fundo de Infraestrutura-FGTS) na CSS, numa joint venture que tem participação da multinacional Trasteel, Fábrica Participações e a consultoria Metal Data. A primeira laminadora de aços planos do Nordeste está orçada em R$ 1,5 bilhão, devendo gerar 3 mil empregos na construção e 800 na operação.

Fonte: Diário de Pernambuco (PE)
Continue lendo ►

Em encontro com Eduardo, executivos anunciam antecipação da Companhia Siderúrgica de Suape

Executivos do grupo Danieli, parceiro tecnológico da Cone S/A na Companhia Siderúrgica Suape, anunciaram hoje (24), durante encontro com o governador Eduardo Campos em Milão, na Itália, que a inauguração da CSS será antecipada.


Diretor de Operações da Danieli, Frank Alzetta apresentou o novo cronograma de investimentos da companhia para Pernambuco. Antes prevista para operar apenas em 2014, a CSS abrirá as suas portas dois anos antes, no último trimestre de 2012.


Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio, de início, a Companhia Siderúrgica Suape vai produzir os perfis, os tubos e as estruturas de aço. A expectativa é que, um ano depois, ela fabrique também as bobinas de aço.


Anunciada em dezembro de 2010, a CSS será a primeira laminadora de aços planos do nordeste e vai produzir, por ano, cerca de um milhão de toneladas de laminados a quente, a frio e revestidos. A planta está orçada em mais de R$ 1,5 bilhão e é o primeiro grande empreendimento atraído pela plataforma de negócios Cone S/A, empresa formada pela construtora Moura Dubeux e pelo Fundo de Infraestrutura/FGTS, gerido pela caixa Econômica Federal.


Mais de três mil empregos serão gerados na sua construção – que será iniciada dentro de 90 dias – e outras 800 novas vagas de trabalhos permanentes serão abertas no pico de operações.

Fonte: www.folhape.com.br
Continue lendo ►

TCA pode abrir mais mil vagas

Ainstalação da fábrica da Fiat, em Suape, acabou evitando que uma tradicional indústria de chicotes elétricos de Jaboatão dos Guararapes fechasse as portas. Adquirida pela Magneti Marelli em novembro passado, a TCA decidiu manter os 350 empregos diretos e vai fazer investimentos em tecnologia e gestão. A notícia acabou com os boatos de demissão em massa e encheu os metalúrgicos de esperança. O sindicato da categoria (Sindmetal-PE) acredita que mais de mil novos empregos poderão ser gerados em até dois anos.

´Considerando que a Magneti Marelli é do grupo Fiat e que a montadora em Suape começa a produzir em 2013, fizemos um acordo prevendo a criação de três novos turnos de trabalho. A expectativa é de que além de chicotes eles façam outro mix de produtos para servir à montadora, gerando mil novas vagas`, disse ontem o presidente do Sindimetal-PE, Alberto Alves dos Santos (Betão), ao anunciar o fechamento de um acordo com a TCA.

Os 350 funcionários da TCA hoje trabalham em apenas um turno de oito horas, atingindo uma produção de 340 carros/dia. Se considerarmos a adição de mais três turnos, teríamos a abertura de pelo menos 1.050 novas vagas de trabalho. O superintendente de Recursos Humanos da TCA, Evandro Azevedo, confirmou que a Magneti Marelli pretende mesmo investir em tecnologia e gestão, mas não soube informar prazos.

´Estamos ainda em uma fase incipiente e esse é um projeto de médio ou longo prazo. Primeiro temos que estancar a hemorragia, pois a TCA é um paciente em estado terminal`, afirmou Azevedo. Em 2010 a TCA registrou um prejuízo de R$ 23,5 milhões, rombo que sobe para R$ 36,5 milhões quando consideramos os últimos dois anos.

´Nossa perspectiva é de que esse prejuízo seja sanado e que venham novos investimentos e consequentemente novas vagas de trabalho, mas ainda não dá para quantificar`, declarou Evandro, lembrando que a ampliação do portfólio é tida como algo natural, uma vez que a Magneti Marelli já fabrica sistemas de injeção eletrônica, amortecedores, iluminação, painéis de instrumentos, escapamentos e suspensão, entre outros produtos.

O valor pago pela Magneti Marelli pela TCA ao grupo argentino Pescarmona, até então controlador da TCA, não é revelado.

Fonte: www.diariodepernambuco.com.br
Continue lendo ►

Êxito Importadora & Exportadora chega a Goiânia representando a XCMG

A empresa vai atender toda a região.

A Êxito Importadora & Exportadora acaba de chegar a Goiânia com umarevendedora para representar a fabricante chinesa de máquinas para o setorde Construção Civil XCMG. A empresa chega ao Estado pela TRACTORGYNEquipamentos e Peças Ltda., que visa atender seus clientes com qualidade erapidez.

Segundo o sócio-fundador da TRACTORGYN, Marlon Juliano Becker, ocrescimento da empresa levou a novos investimentos em outros mercados,expandindo sua participação como distribuidora XCMG Brasil. "Em 2010, o fluxo dos investimentos de capitais estrangeiros no Brasil superaram asexpectativas, sendo liderados, pela primeira vez, pelas empresas chinesas",comemora.

A XCMG fabrica carregadeiras sobre rodas, caminhões guindastes e deesteira, retroescavadeiras, escavadeiras hidráulicas, máquinas paraconstrução de estradas, compactação, movimentação de terra, caminhõespesados, combate a incêndios, betoneira, planta de asfalto e concreto epeças sobressalentes e componentes para seus equipamentos. Conta, atualmente, com 17 mil funcionários e 70% da sua produção é destinada para China. Atualmente, a marca exporta para 137 países e é a 15ª maiofábrica de máquinas para Construção Civil do mundo. Sua estratégia decrescimento teve aumento nos negócios em torno de US$ 8 bilhões em 2010 e projeta um aumento de negócios para US$ 16 bilhões até 2015.

Em breve será a vez de Pernambuco ganhar um Centro de Distribuição e uma montadora de máquinas pesadas para Construção Civil com a chegada da XCMG ao Complexo de Suape, na cidade de Ipojuca. A empresa, líder em fabricantes e fornecimento de máquinas de construção na China, será instalada nos próximos quatro meses e será a pioneira no segmento no Norte e Nordeste com atuação em todo o Brasil.

Com a chegada da montadora em Suape, a entrega em qualquer país da América será reduzida para 15 dias devido à posição estratégica do Complexo de Suape no mundo. Para o Mercado Brasileiro, a empresa terá máquinas para pronta-entrega.

Êxito Importadora & Exportadora - Representante oficial no Brasil do fabricante chinês de máquinas para Construção Civil XCMG desde 2007, a Êxito Importadora e Exportadora é a importadora exclusiva para o Brasil da linha de pás carregadeiras, escavadeiras hidráulicas, retro-escavadeiras, tratores de esteira e movimentadores telescópios da marca. Com origem nordestina, a empresa tem sede em Cabedelo (PB) e Centro Administrativo em Recife (PE). Atua também no Norte e no Sudeste e tem Escritório Comercial Central em São Paulo (SP). A tualmente, coloca à disposição do Mercado Brasileiro mais de 200 máquinas fabricadas pela XCMG. Exclusivamente para o Norte e o Nordeste, a Êxito representa toda a linha de guindastes da XCMG.

Fonte: www.revistafator.com.br
Continue lendo ►

Estrutura foi criada visando à expansão

Ipojuca (PE) A estrutura é enorme, e foi criada já pensando em sua expansão. Com áreas de atracação de navios na costa (on shore) e fora dela (off shore), o Porto de Suape nasceu para crescer junto com o desenvolvimento de Pernambuco. Ao longo de mais de três décadas de existência, ele amadureceu, mas ainda se expandirá bastante para dar cabimento à nova economia pernambucana. Enquanto isso, já mostra a que veio. Não são somente os pernambucanos que dizem, mas instituições de pesquisa já comprovam: Suape está na liderança no que se refere à qualidade dos portos brasileiros.

Em 2007, o Instituto Coppead, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apontou o terminal como o melhor porto público do País. Mais tarde, em 2010, foi a vez de o Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos) reconhecer Suape, colocando-o no topo do ranking entre os portos brasileiros.

Destaque

São diversos os motivos que fazem com que Suape tenha este destaque, explica o diretor de Gestão Portuária do complexo, Jorge Dias. "Não é um porto em área urbana, e isso faz com que famosos gargalos não aconteçam. É um porto com planejamento. Os acessos são fáceis, a área de navegação é fácil, possui um bom calado (profundidade). E o tempo de espera para atracação é muito pequeno", enumera. A localização geográfica privilegiada, estando mais próximo da Europa e dos Estados Unidos, também um forte ponto positivo.

E o porto já está se preparando para os empreendimentos estruturados em instalações e prometidos para Suape, saindo até à frente da iniciativa dos investidores do local. Como no caso da refinaria, para a qual já existem dois berços exclusivos prontos, recentemente instalados para receber a usina. "A gente fez a nossa parte, até antecipamos, a refinaria que atrasou", destaca Dias.

Mas para receber ainda a siderúrgica, a montadora de veículos, a Transnordestina, o polo petroquímicos, entre outros projetos, o terminal portuário ainda precisa avançar mais.

Contudo, isto não mostra ser nenhuma preocupação para a gestão de Suape. "O porto tem infraestrutura para isso, ele foi pensado para se expandir abrigando todos estes empreendimentos", garante.

A zona portuária ocupa uma área de dois hectares dentro dos 14 existentes em Suape. Neste território, o porto conta com uma área interna com os navios atracando diretamente na costa, com a externa, através dos píeres construídos em alto-mar, no mesmo modelo do terminal do Pecém, no Ceará. Atualmente, no porto interno, existem dois quilômetros de canais para atracação, que serão expandidos até chegar a 15 quilômetros. "O plano diretor prevê que até 2030 todos os canais estejam dragados", informa.

Movimentação

Para se ter uma noção do impacto que os novos empreendimentos terão no porto, a movimentação de carga, que e, 2010 chegou a 9 milhões de toneladas, deverá saltar para 40 milhões em 2014, quando está previsto o início da operação da refinaria e da montadora de veículos. "Somente a refinaria irá incrementar em 22 milhões de toneladas", cita. Dois anos depois, espera-se incluir mais oito milhões de toneladas só com o terminal de grãos que funcionará para Transnordestina. O desafio é garantir a mesma qualidade nos serviços na nova fase que já está projetando para a economia de Pernambuco.

CONSTRUÇÃO NAVAL
Região torna-se berço de estaleiros

O maior estaleiro do hemisfério sul vai ganhando contornos cada vez mais grandiosos. Depois de se tornar o responsável pela descentralização da indústria naval do Sudeste do País, o pernambucano Atlântico Sul (EAS) vem ganhando cada vez mais destaque e se tornando o estaleiro mais competitivo do Brasil. E fez mais: mostrou que o Nordeste pode, sim, abrigar esta nova indústria e já ajudou a atrair mais dois outros empreendimentos do tipo.

Atualmente, são 10 mil pessoas trabalhando no estaleiro, e o número deve aumentar. Possuindo a maior carteira de encomendas do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef), além do casco da plataforma p-55 da Petrobras, o EAS foi o vencedor da última licitação da Petrobras para a construção de sete sondas de perfuração para o pré-sal, só estas no valor de US$ 4,63 bilhões. Juntando aos outros US$ 3,5 bilhões das encomendas já existentes, vê-se que o investimento de R$ 2 bilhões na sua construção foi claramente bem sucedido. Tanto que, para permitir seus planos audaciosos, já planeja a sua duplicação, segundo informa o vice-presidente de Suape, Fred Amâncio.

Obras do Promar em abril

Esta força atraiu também o estaleiro Promar, que antes pretendia ser instalado na enseada do Mucuripe, em Fortaleza. Acredita-se que o segundo estaleiro de Suape possa iniciar sua construção no próximo mês de abril. Com um investimento de R$ 300 milhões, o prazo de construção é de 12 meses. O Promar venceu a licitação para construir oito navios gaseiros, no valor de R$ 1 bilhão.

Terceiro estaleiro

Além dele, mais recentemente, no início de fevereiro, o governo pernambucano anunciou ainda que um terceiro estaleiro será instalado em Suape. Formado por um consórcio de quatro empresas espanholas, o Galíctio é um investimento de US$ 440 milhões (quase R$ 750 milhões) e será localizado em uma área de 40 hectares por trás do EAS. "O Atlântico Sul está atraindo outros estaleiros, e a filosofia de cadeia, com as empresas que fornecem a estaleiros. E estaleiros que não são só de construção, mas de reparação, de construção de megablocos, de partes de navios. Todos eles estão começando a chegar", analisa Amâncio.
Continue lendo ►

Chinesa JAC chega ao Brasil com 2 modelos e aposta em itens de série

Hatch J3 e sedã J3 Turin serão os primeiros a serem vendidos. Marca quer fatia no mercado de carros de R$ 30 mil a R$ 40 mil.

"Qualidade" foi a palavra mais repetida pelo presidente do Grupo SHC, Sergio Habib, ao lançar no Brasil, na última sexta-feira (11), os dois primeiros modelos da chinesa JAC Motors, J3 e J3 Turin. Habib é o responsável por iniciar as importações da marca e, para atingir a meta de vendas de 35 mil unidades nesta chamada "primeira etapa", quer mostrar ao consumidor brasileiro que os dois modelos são fortes concorrentes de produtos consolidados no Brasil como Volkswagen Gol e Voyage, Renault Sandero e Logan, Fiat Palio e Siena, entre outros.

O objetivo da JAC Motors do Brasil é ter destaque nos segmentos que se encaixam na faixa de preços entre R$ 30 mil e R$ 40 mil. Habib lembra que "esse é o coração do mercado brasileiro de veículos, representa 54% do total das vendas". Ou cerca de 2 milhões de unidades. Assim, o hatch J3 chega por R$ 37,9 mil e o sedã J3 Turin, por R$ 39,9 mil.


J3 puxa 'fila' com mais três modelos previstos para chegarem ao país (Foto: Divulgação)


Customizados para o Brasil

Mas só o discurso não convenceria o público que a JAC mira no Brasil, afinal, o brasileiro que gasta no mínimo R$ 30 mil em um carro é muito mais exigente do que o chinês, até por conta da história da indústria automobilística naquele país, ainda muito recente. Por isso, os carros que a JAC exporta para cá são, praticamente, customizados para o gosto nacional. Tanto é que o JHC exigiu uma série de mudanças nos carros, algumas delas adotadas nas unidades vendidas no próprio mercado chinês. Entre elas, estão as borrachas que fecham as portas, limpador de para-brisa, densidade dos bancos, painel, iluminação, cor do acabamento interno e gás do ar-condicionado.

Outro apelo é a quantidade de itens de série. Os dois modelos chegam às lojas já equipados com freios ABS com EBD, airbag frontal duplo, sensor de ré, direção hidráulica, rádio CD MP3 USB com seis alto-falantes, ar-condicionado eletrônico, farol com regulagem de altura, farol de neblina, retrovisores, vidros elétricos e rodas aro 15, entre outros itens. Além disso, a JAC oferece seis anos de garantia àqueles clientes que forem à rede de concessionárias fazer uma revisão periódica a cada 5 mil km rodados (apenas a primeira troca de óleo deverá ser feita gratuitamente aos 2,5 mil km).

Mais três modelos e motor flex

Fora as mudanças para atender ao mercado brasileiro, a companhia no Brasil investiu R$ 145 milhões em campanha de marketing para 2011 e R$ 210 milhões na construção da rede de 80 concessionárias, que serão abertas até o fim do ano - as primeiras 28 lojas serão inauguradas na próxima sexta-feira (18), em uma campanha de marketing chamada "Dia J".

O total do projeto de lançamento da marca no país custou R$ 380 milhões. Ainda para este ano, serão lançados os modelos J6 (minivan), em junho, e o J5 (sedã de R$ 54,9 mil), em setembro. Já o compacto J2 está previsto para chegar no começo do ano que vem. Paralelamente, a JAC Motors desenvolve o motor flex com a sistemista Bosch. Mas o lançamento da nova motorização só acontecerá daqui um ano.

Sobre a possibilidade de abertura de uma fábrica chinesa no Brasil, Habib é categórico. "Só vendas de, no mínimo, 100 mil unidades por ano justificariam o investimento em uma fábrica. Vamos nos preocupar primeiro em vender 35 mil", ressaltou. Mesmo assim, o Grupo SHC já registrou um projeto de fábrica no Complexo de Suape, em Pernambuco. "Só para reservar o nosso lugar", brincou o presidente do grupo.


Fonte: www.vnews.com.br
Continue lendo ►

Nota Fiscal Eletrônica e "Brasil ID" desembarcam no Porto de Suape

Às vésperas do prazo final (1º de abril) para as empresas ajustarem seus sistemas à emissão da Nota Fiscal eletrônica 2.0, sob pena de uma paralisação geral dos negócios, será realizado no próximo dia 24 de março, das 8h30 às 12h30, em Cabo de Santo Agostinho (PE), o Encontro SAWLUZ: NF-e e Brasil-ID.

O evento contará com a participação dos profissionais membros do ENCAT (Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários), encarregados de gerir todas as mudanças relativas aos temas a serem abordados, que vão apresentar detalhes dos dois projetos e tirar dúvidas de empresários e profissionais dos mais diversos segmentos.

São eles: Eudaldo Almeida de Jesus (coordenador-geral do ENCAT), Álvaro Bahia (coordenador-técnico do ENCAT) e Geraldo Marcelo (coordenador-técnico do projeto Brasil-ID).

Promovida pela Sawluz (www.sawluz.com.br), a programação se destina a todas as empresas instaladas no Porto de Suape e região.

:: Serviço ::

Evento: Encontro SAWLUZ: NF-e e Brasil-ID
Local: Auditório do SEST / SENAT
Endereço: Rodovia PE 60, 4.750, Engenho Serraria, Cabo de Santo Agostinho (PE)
Data: 24 de março de 2011
Horário: 8h30 às 12h30
Inscrições: info@sawluz.com.br ou no tel.: (11) 5668-2400.
Continue lendo ►
 
^ Back to Top